Todos os posts de Marília Gabriela

Sobre Marília Gabriela

Marília Gabriela Massetto, conhecida como CorreGabs, aprendeu que viver é movimento. Encontrou na corrida e na escrita duas formas de atravessar a própria história — já completou 17 maratonas; as mais transformadoras, porém, foram internas. Com formação multidisciplinar e uma abordagem integrativa, fez do cuidado sua missão. Depois de duas décadas como agente de trânsito, escolheu reescrever o próprio caminho — e transformou experiência em propósito. Em Primeiros Socorros – soluções rápidas para quem tem pressa de viver, oferece palavras que acolhem, despertam e sustentam. A obra foi finalista do 2º Concurso Escritores Admiráveis, com destaque na Bienal do Livro de 2024. Para ela, felicidade não é chegada. É travessia.

Juliane Lira

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Primeira corrida! Circuito Light Rio Antigo – Etapa Cinelândia – 12/10/14

Antes de enviar esse texto eu já escrevi e apaguei mil vezes, afinal não é fácil descrever a emoção de completar minha primeira corrida e é mais difícil ainda escrever para o blog de uma pessoa tão top como a Gabi… Posso dizer que essa pessoa fantástica, junto com o Fábio teve uma participação imensa nessa conquista!

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Célia Alves – #tenisesainha

Célia -<span class= #tenisesainha (Tênis e Sainha)" width="604" height="904" srcset="https://www.corregabs.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Imagem3-684x1024.jpg 684w, https://www.corregabs.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Imagem3-200x300.jpg 200w, https://www.corregabs.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Imagem3.jpg 693w" sizes="(max-width: 604px) 100vw, 604px" />

Célia Alves – #tenisesainha (Tênis e Sainha)

Sabe aquela história que tem tudo pra dar errado e no fim acaba dando certo? Então, o meu relacionamento com a corrida foi mais ou menos assim…

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Roberta Abdala – #nacoladaro

Primeira Meia Maratona - Rio de Janeiro
Primeira Meia Maratona – Rio de Janeiro

Minha história com a corrida começou em 2001, aos 7 anos, quando a moradora de Sertãozinho, Maria Zeferina Baldaia ganhou a São Silvestre. Desde esse dia, ela se tornou minha ídola. Queria ser como ela! Nunca mais perdi uma edição da São Silvestre, mesmo a Zeferina não ganhando mais.
Apesar disso, só fui começar a treinar corrida de rua aos 14 anos! E, por coincidência (ou não), comecei a treinar no Centro Olímpico da Zeferina que tem aqui na cidade.
A princípio eu e outras moças só seguíamos uma planilha de revista. Depois treinamos com um profissional da área.

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Ciça Donner

RP na Meia Maratona - Londres
RP (Record Pessoal) na Meia Maratona – Londres


Ao contrário de muitos, não comecei a correr para emagrecer. Todo meu processo de emagrecimento foi feito através de reeducação alimentar e caminhadas. Correr nunca passou pela minha cabeça. Mas um dia, motivada por uma amiga da época comecei a intercalar a caminhada com corridinhas. Era algo mais ou menos assim: 5 séries de 10 minutos de caminhada, 3 de corrida. Na segunda série de corrida eu já fazia chorando e a terceira nem fazia. Essa mesma amiga me inscreveu nos  5 km da  Frauenlauf – corrida de mulheres – de Frankfurt. Perdemos a largada  do 5 km fomos fazer os 8 km. Corri, caminhei, rastejei, espraguejei, chorei, gritei e CHEGUEI!! Naquela hora escutei uma voz na minha cabeça dizendo “Tá vendo como  você consegue, besta? Agora volta aqui ano que vem e faz direito”. E assim nascia a  corredora!!!

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Camilla Bazzoni de Medeiros

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Circuito Athenas Etapa II, 2014

Fiquei dias pensando como começaria este texto para a querida Gabs… sinceramente, não conseguia escrever uma frase. Comecei e deletei o texto umas 30 vezes, até que hoje, alguns dias antes da minha estreia na maratona de São Paulo, depois de assistir a alguns vídeos que a musa Valéria Mello postou e outros no Youtube (links no final do texto), me veio uma cena na cabeça: eu sentada na chegada da maratona de São Paulo de 2013, esperando meu marido completar a prova.

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O Casal que corre junto na Corrida das Cores em UDI!

Você conhece a Corrida das Cores?

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“A felicidade é uma língua universal. Foi pensando nisso que nasceu a Corrida das Cores: uma jornada de alegria e experiências sociais, visuais e sensoriais únicas.
Tendo como inspiração o Holi ou Festival das Cores, tradicional celebração indiana que comemora o início da primavera, objetivamos alcançar o mesmo espírito de celebração, onde é possível brincar em família, entre amigos, sem pensar em competir. Mexer o corpo e celebrar a alegria. Esse é o maior prêmio que podemos querer.
coresMotivos para isso não faltarão, já que a cada quilômetro da jornada os participantes recebem um banho de pó colorido com uma cor específica, chegando ao final do percurso com todas as cores nas roupas, no corpo e no sorriso.
Corrida das Cores2Durante todo o trajeto nos preocupamos em oferecer uma infraestrutura que garanta a alegria constante, sem preocupações, sobretudo porque ao final teremos uma verdadeira festa das cores, onde poderemos celebrar o ponto de chegada da nossa jornada com música e, é claro, mais cores!”

Leia mais sobre a Corrida das Cores no site!

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Você já quebrou em uma corrida?

Eu já quebrei em inúmeras provas… E você?
Já ouviu esse termo “quebrar”? 

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“(…) ‘Quebrar numa corrida’ é uma expressão tradicional do universo do corredor. Para quem não está familiarizado com esta linguagem, “quebrar” é sinônimo de estar correndo em um ritmo e ser forçado a diminuí-lo ou até a abandonar um treino ou uma prova.
Embora seja algo muito temível e indesejado, quebrar é sempre um risco que se corre, sobretudo pelo fato de o corpo humano possuir milhares de variáveis – ou quando se busca superar limites. Quanto maior for seu objetivo e quanto mais você arriscar, mais próximo andará desta linha tênue entre o sucesso e a quebra. Completar um treino ou prova em ritmo conservador é uma coisa, mas sempre que buscar algo mais como um recorde, o risco será sempre maior. Tanto que não é conhecido um grande atleta em nível mundial que não tenha quebrado alguma vez.” (Nelson Evêncio, Consultor Webrun da seção Dicas de Treinamento)

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