
Meu nome é Tadeu Pinto, sou carioca, mas moro em Brasília. Tenho 23 anos e estudo Comunicação Social. Eu nasci prematuro de seis meses e meio e, por uma falta de oxigenação no cérebro, tive paralisia cerebral.


Meu nome é Tadeu Pinto, sou carioca, mas moro em Brasília. Tenho 23 anos e estudo Comunicação Social. Eu nasci prematuro de seis meses e meio e, por uma falta de oxigenação no cérebro, tive paralisia cerebral.



Meu nome é Allan Honorato da Silva, sou casado, moro em Marília e tenho 33 anos.

Uma vez comecei a contar minha história de amor com a corrida lá no meu blog. Ela é antiga… Vem do tempo da educação física escolar ainda. Sempre gostei muito de esportes e pratiquei de tudo um pouco na vida. A paixão foi tanta, que virou profissão!

Meu nome é André Burgos, tenho 33 anos, sou programador e emagreci 30 quilos em pouco mais de seis meses com uma dieta balanceada e muita disciplina nas corridas.

Tudo começou em janeiro de 2013, depois de estar levando uma vida sedentária há cerca de um ano e meio, cheguei ao meu maior peso, 108 quilos.

Se você não conhece a Uphill Marathon, assista ao vídeo da campanha para ter uma ideia do que estamos falando! Rsrs
Hehehe…

Antes de enviar esse texto eu já escrevi e apaguei mil vezes, afinal não é fácil descrever a emoção de completar minha primeira corrida e é mais difícil ainda escrever para o blog de uma pessoa tão top como a Gabi… Posso dizer que essa pessoa fantástica, junto com o Fábio teve uma participação imensa nessa conquista!
#tenisesainha (Tênis e Sainha)" width="604" height="904" srcset="https://www.corregabs.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Imagem3-684x1024.jpg 684w, https://www.corregabs.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Imagem3-200x300.jpg 200w, https://www.corregabs.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Imagem3.jpg 693w" sizes="(max-width: 604px) 100vw, 604px" />
Célia Alves – #tenisesainha (Tênis e Sainha)
Sabe aquela história que tem tudo pra dar errado e no fim acaba dando certo? Então, o meu relacionamento com a corrida foi mais ou menos assim…

Minha história com a corrida começou em 2001, aos 7 anos, quando a moradora de Sertãozinho, Maria Zeferina Baldaia ganhou a São Silvestre. Desde esse dia, ela se tornou minha ídola. Queria ser como ela! Nunca mais perdi uma edição da São Silvestre, mesmo a Zeferina não ganhando mais.
Apesar disso, só fui começar a treinar corrida de rua aos 14 anos! E, por coincidência (ou não), comecei a treinar no Centro Olímpico da Zeferina que tem aqui na cidade.
A princípio eu e outras moças só seguíamos uma planilha de revista. Depois treinamos com um profissional da área.

Ao contrário de muitos, não comecei a correr para emagrecer. Todo meu processo de emagrecimento foi feito através de reeducação alimentar e caminhadas. Correr nunca passou pela minha cabeça. Mas um dia, motivada por uma amiga da época comecei a intercalar a caminhada com corridinhas. Era algo mais ou menos assim: 5 séries de 10 minutos de caminhada, 3 de corrida. Na segunda série de corrida eu já fazia chorando e a terceira nem fazia. Essa mesma amiga me inscreveu nos 5 km da Frauenlauf – corrida de mulheres – de Frankfurt. Perdemos a largada do 5 km fomos fazer os 8 km. Corri, caminhei, rastejei, espraguejei, chorei, gritei e CHEGUEI!! Naquela hora escutei uma voz na minha cabeça dizendo “Tá vendo como você consegue, besta? Agora volta aqui ano que vem e faz direito”. E assim nascia a corredora!!!

Fiquei dias pensando como começaria este texto para a querida Gabs… sinceramente, não conseguia escrever uma frase. Comecei e deletei o texto umas 30 vezes, até que hoje, alguns dias antes da minha estreia na maratona de São Paulo, depois de assistir a alguns vídeos que a musa Valéria Mello postou e outros no Youtube (links no final do texto), me veio uma cena na cabeça: eu sentada na chegada da maratona de São Paulo de 2013, esperando meu marido completar a prova.